Minha experiência foi bem frustrante.
Me candidatei porque a vaga indicava inglês intermediário, não fluente. Na segunda entrevista, a conversa foi conduzida 100% em inglês com uma entrevistadora que não falava português. Chamaram outra pessoa para traduzir, o que deixou a comunicação confusa e quebrada. Foram cerca de 1 hora de entrevista, com muitas perguntas, e a tradução atrapalhou a clareza das respostas.
O ponto não é “ter entrevista em inglês”. O ponto é falta de alinhamento e transparência. Se a entrevista é totalmente em inglês, o requisito real é fluência, e isso deveria estar explícito na vaga. Do jeito que foi, o candidato se prepara para uma coisa e é avaliado em outra.
Para piorar, ao final da reunião me disseram que iriam me enviar o convite para a próxima e última etapa. Esse convite não chegou e eu também não recebi feedback do motivo de não terem continuado. Isso passa uma sensação de desorganização e falta de respeito com o tempo do candidato, que estuda e se prepara.
Sugestão: alinhar o requisito de idioma com o formato real das entrevistas, evitar “tradução improvisada” e dar retorno mínimo, principalmente quando é prometida uma próxima etapa.