Pros
Liberdade técnica em alguns momentos: Havia autonomia ocasional para implementar estratégias e trazer melhorias em marketing e vendas.
Aprendizado pela prática: Por ser um ambiente mais limitado em estrutura, acabei desenvolvendo resiliência, adaptabilidade e capacidade de entregar resultados mesmo com poucos recursos.
Contato direto com diferentes áreas: A proximidade com operações, vendas e gestão permitiu entender o negócio de ponta a ponta.
Cons
Falta de empatia e colaboração entre áreas: A interação com setores operacionais era especialmente difícil, pois grande parte das equipes não demonstrava empatia ou abertura para o diálogo. Isso tornava processos simples muito mais desgastantes do que deveriam ser.
Microgerenciamento constante: O proprietário participava excessivamente das atividades do dia a dia, o que limitava autonomia, atrasava decisões e criava um ambiente de pressão contínua.
Estrutura física e equipamentos ultrapassados: Os equipamentos de trabalho eram antigos, pouco funcionais e frequentemente apresentavam problemas, prejudicando produtividade e eficiência.
Ambiente com sensação de repartição pública antiga: A dinâmica interna, a estrutura e a comunicação lembravam um modelo engessado, burocrático e pouco inovador.
Falta de investimento em modernização: Processos, ferramentas e estratégias careciam de atualização, dificultando a execução de um trabalho realmente estratégico.
Baixa maturidade em marketing e vendas: Muitas iniciativas eram interrompidas, adaptadas sem critério ou dependentes de decisões vindas de última hora, o que dificultava alcançar resultados consistentes.
Impacto direto de decisões externas: A pandemia acabou encerrando meu contrato, mas antes disso já havia instabilidade causada por falhas de planejamento e reatividade constante.