Um dos principais pontos negativos de trabalhar na Atlas é a falta de transparência, especialmente em relação a decisões importantes. Há situações em que o colaborador recebe sinais de valorização, bons feedbacks, elogios de pessoas de diferentes áreas e até expectativas de continuidade na empresa, mas, ainda assim, acaba sendo desligado de forma repentina, sem qualquer preparo prévio. Isso faz com que todo o processo pareça incoerente e mal conduzido.
Também é muito difícil entender como decisões tão grandes, como o desligamento de uma área inteira, são comunicadas de forma tão súbita, como se tivessem sido tomadas de um dia para o outro. Além do impacto emocional, esse tipo de condução prejudica diretamente o planejamento profissional de quem é desligado, já que, com um mínimo de transparência, seria possível começar a se organizar e buscar novas oportunidades com antecedência.
Outro ponto bastante negativo é a forma como o desligamento é conduzido. A comunicação costuma ser fria e impessoal, inclusive nas mensagens enviadas pela infraestrutura para solicitar a devolução dos equipamentos, o que torna a situação ainda pior. O corte rápido de acessos e a falta de espaço para um encerramento minimamente respeitoso passam a sensação de descarte, como se toda a dedicação e o trabalho entregue não tivessem valor.